quarta-feira, 14 de abril de 2010

PL contra alienação é enviado ao Senado

O PL 4053/2008 do Dep. Fed. Régis de Oliveira (PV-SP), o qual trata da ALIENAÇÃO PARENTAL após aprovado por unanimidade na Câmara do Deputados, foi enviado mo último dia 25/03/10 ao Senado Federal.

ANDAMENTO:

13/04/2010 - Foi designado o Senador Paulo Paim (PT/RS),
para o cargo de relator do projeto.

paulopaim@senador.gov.br

Alô Senado - 0800 612211 (Ligação gratuita)

Clique em uma das opções:

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Acompanhar Trâmite do PL

Dep. Régis de Oliveira fala sobre ALIENAÇÃO PARENTAL:

Parte 1

Parte 2



domingo, 11 de abril de 2010

Churrasco-Confraternização da ONG Pais por Justiça

Gustavo e Ricardo. Pai e filho juntos! Que bonito é!...

Manuela e marcelo preparando uma "vitamina"

Francisco Ajax: Pai guerreiro

À direita, Cosme e Eduardo Lira: dois grandes defensores da nossa causa

Manuela e Juliana

A criançada também participou

Marcelo Tufani: churrasqueiro importado de Bragança

Essa é pra quem diz que o PPJ é um movimento de homens...

Aconteceu neste domingo o primeiro churrasco-confratenização da ONG Pais por Justiça. Além da direção do Rio de janeiro e do representante de São Paulo, compareceram membros da comunidade do Orkut e simpatizantes que apóiam a causa. Além da importante troca de idéias, uma hilária partida de futebol e de saborear o churrasco especialmente preparado pelo Tufani, foram também definidas as condições para a manifestação do próximo dia 25 no Rio de Janeiro.

A confraternização serviu para demonstrar a solidez do movimento e também que, para conduzir esta quixotesca luta, precisamos, acima de tudo, de unir pessoas com valores e ideais profícuos.

Agradecimentos especiais à Juliana pelo espaço e sua extremada simpatia e cordialidade com todos; e ao Marcelo Tufanni pela habilidade (e dedicação) no comando da churrasqueira.

Todos que compareceram estão de parabéns!!!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Depoimento comovente de uma filha alienada

Daniela e Karla Mendes com a foto do pai.

O jornal carioca O DIA do último domingo trouxe matéria da jornalista Pâmela Oliveira sobre a SAP: “Síndrome do cordeiro em pele de lobo”. Leiam a matéria on line neste link:

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2010/4/a_sindrome_do_cordeiro_em_pele_de_lobo_73090.html

O mais comovente nesta matéria, no entanto, não aparece na edição on line, é o angustiante relato da jornalista e advogada Karla Mendes, 39 anos, alienada do pai juntamente com a irmã. Reproduzimos:

“Cresci ouvindo que meu pai não prestava, não gostava de nós e que minha mãe fugiu porque faltava comida e porque ele queria matá-la. Eu morria de vergonha de ser filha de alguém tão malvado e que nem ligava para mim. Insistia para que eu chamasse meu avô e, depois, meu padrasto de pai. Diziam que, caso contrário, eu não ganharia presentes. Um dia meu pai apareceu em casa. Parte de mim queria aquele pai, mas a outra estava com muita raiva. Ele disse que nos veríamos no dia seguinte e minha mãe avisou que ele nos levaria para jantar. Minha mãe e eu esperamos horas, prontas, ansiosas até que minha mãe cravou: “Ele não vem. “Avisei que ele não prestava.” Anos depois descobri a farsa: para meu pai, ela havia combinado um passeio na praia. Depois ela ligou dizendo que eu não queria vê-lo. Tão intensa quanto a dor de se sentir abandonada ou ser filha de um sujeito mal é a de saber que se foi enganada pela própria mãe. Hoje meu pai é confidente de todos os meus momentos de vida.”

terça-feira, 6 de abril de 2010

Avó de Sean Goldman sente na pele a dor de não poder ver um ente querido.

Durante os mais de cinco anos de luta para ter o seu direito de conviver com o filho Sean Goldman, seqüestrado pela mãe e mantido ilegalmente no Brasil, o PAI, David Goldman, sofreu por não poder sequer ter contatos com o menino.

Mas o mundo dá suas voltas. Agora os papéis se inverteram. O menino está morando com seu PAI, David Goldman, nos Estados Unidos e a família do ex-padastro, principalmente a avó materna, Silvana Bianchi, lamenta não ter liberdade para tais contatos, como vem sendo mostrado em alguns veículos de comunicação, como na matéria abaixo do jornal carioca O DIA.

A família brasileira continua na Justiça tentando reverter a situação, querendo trazer de volta a criança para o Brasil, o que dificilmente irá acontecer e serve apenas para manter um clima litigante e tenso, tendo então, razão o PAI de não permitir que seu filho continue sendo contaminado por pessoas que querem aliená-lo de seu filho.

FIRMEZA NA LUTA, DAVID GOLDMAN! ESTAMOS COM VOCÊ!

MATÉRIA DO JORNAL O DIA:

Avó de Sean: 'O amor não é imposto, é feito de liberdade'

Rio - O apartamento da avó materna de Sean Goldman, Silvana Bianchi, na Zona Sul do Rio de Janeiro guarda as únicas recordações que a família brasileira tem do menino. Fotos espalhadas por porta-retratos contam a vida do garoto que, por decisão da Justiça de Nova Jersey, nos Estados Unidos, não pode ter nenhum contato com a avó materna. Silvana se queixa do cerceamento à liberdade do menino.

"Se eu pudesse mandar um recado a ele diria 'Sean eu te amo, tenha força'. O amor não é imposto. Ele é feito de liberdade. Nas últimas vezes que nos falamos, ele dizia estar com saudade e sempre perguntava quando iríamos visitá-lo. As ligações que fazíamos para falar com meu neto eram totalmente controladas pelo pai biológico, que nos obrigava a falar em inglês e sempre com a escuta dele. Assim se perde a espontaneidade. O que resulta em uma conversa monossilábica com Sean, o inglês não é a minha língua nativa", afirmou.

"Desde o dia 24 de dezembro do ano passado, não tivemos nenhum contato físico. Desde que o Sr. David tomou o controle do processo, está terrível", disse. A avó falou do drama que passou nos Estados Unidos tentando visitar o neto durante 10 dias. "Tenho certeza que ele não soube que estive lá para vê-lo. Apesar de o psicólogo americano que acompanha o caso recomendar que era importante a visitação, David disse que isso ocorrerá quando ele achar oportuno", disse.

Com os olhos marejados, Silvana disse que após a atitude "irredutível" de David, entrou com um pedido emergencial de visitação na Corte de Família de Nova Jersey, mas que foi indeferido. "A juíza entendeu que não havia emergência e marcou uma audiência para o dia 7 de maio. Para mim foi como uma punhalada no coração. Tive que acatar a decisão. Não restou alternativa. Não irei aos Estados Unidos para acompanhar a resposta ao meu pedido. É uma incógnita", disse a avó.

"Se eu pudesse mandar um recado a ele diria 'Sean eu te amo, tenha força'. O amor não é imposto. Ele é feito de liberdade. Nas últimas vezes que nos falamos, ele dizia estar com saudade e sempre perguntava quando iríamos visitá-lo. As ligações que fazíamos para falar com meu neto eram totalmente controladas pelo pai biológico, que nos obrigava a falar em inglês e sempre com a escuta dele. Assim se perde a espontaneidade. O que resulta em uma conversa monossilábica com Sean, o inglês não é a minha língua nativa", afirmou.

Segundo a avó, a irmã dele, Chiara, sempre pergunta pelo irmão quando passa pela porta de seu quarto. "O quarto ainda está com os móveis que ele tanto gostava e o computador em que ele sempre jogava games", disse.

Na primeira fase do processo, Silvana Bianchi foi acusada pelo pai do garoto de participação do sequestro de Sean. "Pura fantasia, loucura, fui acusada de co-autora de um sequestro que não existiu. Nunca fiz nada ilegal. Insanidade, não tem como tirar uma criança dos Estados Unidos sem a documentação correta", afirmou.

Entenda o caso

David Goldman, o pai biológico de Sean, lutou para ter a guarda do filho desde a morte de sua ex-companheira, a brasileira Bruna Bianchi Carneiro. A briga pela guarda começou em 2004, quando Bruna deixou Goldman para uma suposta viagem de férias de duas semanas com o filho ao Brasil. Eles viviam na cidade de Titon Falls, Estado de New Jersey (EUA). Ao desembarcar no País, contudo, Bruna telefonou ao marido avisando que o casamento estava acabado e que não voltaria aos Estados Unidos.

A partir disso, foi travada uma batalha judicial pela guarda do garoto, na época com 4 anos. No Brasil, a Justiça reconheceu o divórcio pedido por Bruna sem a concordância de Goldman. Diante das leis americanas, eles permaneciam casados. Livre do compromisso com Goldman, Bruna se casou novamente com o advogado João Paulo Lins e Silva, mas no parto do segundo filho ela morreu, em 2008.

Diante da ausência da mulher, David Goldman veio ao Brasil na tentativa de levar o filho de volta aos Estados Unidos. Desde então, ele brigou pela guarda do garoto nos tribunais brasileiros, contra o padrasto de Sean e seus avós maternos.

http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2010/4/avo_de_sean_o_amor_nao_e_imposto_e_feito_de_liberdade_73513.html

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CASO ALAIN GERBER: Retenção ilícita de 3 crianças francesas no Brasil

Carta aberta ao Embaixador do Brasil na França.

Prezado Embaixador,

Escrevo-lhe mais uma vez para falar dos meus três filhos, nascidos na França, de nacionalidade Francesa e retidos ilegalmente no Brasil (são os critérios da Convenção de Haia), depois de três anos e cinco meses.Contrariamente daquilo que seus colaboradores teriam me informado logo após sua convocação no “Quai d’Orsay” em agosto de 2009, eu fiquei sem nenhuma resposta da sua parte.Apesar de todos os procedimentos que eu tenho me empenhado depois de mais de 40 meses, eu venho contestar sobre um total descaso e ausência de humanidade da parte das Autoridades Brasileiras, assim como uma tolerância culpável quanto a pratica de seqüestro internacional de crianças e alienação parental.

A fim de poder se subtrair do compromisso internacional de seu país, seus juízes ousam afirmar que eu teria decidido em setembro de 2006 “vir morar no Brasil”. Uma família de cinco pessoas, proprietária de um patrimônio imobiliário na França, acionista principal e gerente de uma sociedade rentável e lucrativa, onde os dois filhos mais velhos estavam matriculados na escola, teriam partido para “viver no Brasil” sem deixar nenhum rastro ou nenhuma prova oficial e administrativa. Nenhum documento assinado por mim, nem pela minha ex-esposa, não permitiria somente confirmar um projeto de “suposta mudança da família para o Brasil”.Como meus filhos e eu com nossos passaportes franceses teríamos podido pretender viver no Brasil sem primeiramente ter procurado o consulado ou a embaixada para pedir um visto ou seus serviços consulares? Não deveríamos também fazer um “pedido de residência”? Além do mais, nos viemos para o Brasil com nossos bilhetes de avião de ida e volta e sem nenhuma taxa extra ou excesso de bagagem.E tem ainda o fragrante e claro a declaração assinada pela minha ex-esposa no dia 23 de janeiro de 2007, junto da Polícia Federal Brasileira onde ela declara precisamente “ter ficado no Brasil desde setembro de 2006 sob o pretexto de ter dito a seu marido que teria que passar por uma pequena cirurgia no Brasil... Foi então que seu marido compreendeu que ela retornaria mais tarde com os filhos, logo depois ela disse a seu marido que ela nunca mais retornaria, sendo assim ele então deu entrada em todos os procedimentos legais”. Além de todos os documentos (entre outros, os inúmeros e-mails trocados) mostrando que a nossa família foi para o Brasil por um período de férias, esta afirmação é a PROVA definitiva do Seqüestro Internacional de Crianças. Além disso, quando ela pediu o divórcio no Brasil, minha ex-mulher disse que eu era "residente e domiciliado na França, e seu advogado disse que, segundo o Código Civil brasileiro," O divórcio pode ser pedido mesmo que o marido resida no exterior "...

É necessário lembrar que foi a partir de março de 2007 que minha ex-esposa começou a usar desta mentira de “suposta mudança”, logo após a intervenção das Autoridades Central Brasileira pedindo a aplicação da Convenção de Haia, em dezembro de 2006. Somente três meses depois... Durante esse período de três meses, a Polícia Brasileira conhecida especificamente como Interpool foi incapaz de localizar meus três filhos e minha ex-esposa. Eles mesmos advertiram a Autoridade Central Francesa que eles “teriam se mudado sem deixar endereço”. Nós sabemos precisamente que meus filhos e minha ex-esposa nunca deixaram o apartamento dos pais dela em Fortaleza desde setembro de 2006...É também preciso salientar que nas dezenas de casos de retenção ilícita de crianças no Brasil, a mentira de uma “suposta mudança” é igualmente criado a partir do nada. Os procedimentos são comuns...

Não será possível mascarar indefinidamente a verdade, e os meus filhos merecem?Mas para acrescentar a injustiça desta situação desumana e mais ainda cruel e desonesta: A Alienação Parental. Durante mais de 40 meses meus filhos e eu passamos apenas 6 horas juntos em condição desumana e injusta... E eu nunca recebi uma noticia deles, nenhuma foto, nenhum desenho, nenhuma informação sobre escola ou a saúde deles... NADA, nem mesmo para o Natal, ou para os aniversários. Pelo bem de quem? Pelo bem de meus filhos?

Que valores morais, que valores de dignidade humana estão sendo mostrado para os meus filhos?
Toda minha família e eu estamos indignados de não receber notícias de meus três filhos. Apesar de todas as minhas tentativas para obter JUSTIÇA no respeito e nos direitos de meus filhos e da mãe deles, o sistema judiciário do Brasil em nenhuma vez considerou interesse algum e respeito pelos meus filhos, pelo sofrimento enorme causado à essa mudança radical na vida deles e as conseqüências potencialmente dramáticas se nada for feito para que eles reencontrem o PAI deles.
Estou lhe encaminhando os últimos artigos na mídia que venho solicitando regulamente:

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2010/03/01/01016-20100301ARTFIG00513-le-combat-d-un-pere-pour-ses-enfants-retenus-au-bresil-.php

http://www.estrepublicain.fr/fr/grand-est/lorraine/info/2811368-REGION-LORRAINE-Papa-tu-prends-un-avion-et-tu-reviens-nous-chercher

http://www.dna.fr/articles/201002/27/le-combat-un-pere,region,000012942.php

http://www.lalsace.fr/fr/permalien/article/2764681/Une-Bresilienne-jugee-a-Colmar.html

http://bringseanhome.org/wordpress/active-cases/active-case-index/

Segue também o link do meu blog onde mostro todas as PROVAS DO SEQUESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS

http://meusfilhos.over-blog.com/pages/PROVAS-1563535.html

Uma pagina no Facebook foi igualmente criada e dedicada à situação de meus filhos. Por favor, peço-lhe gentilmente que tome alguns minutos do seu tempo para ver centenas de fotos que são testemunhas do AMOR que eu tenho pelos meus filhos e como eles foram injustamente levados como ORFÃOS DE UM PAI VIVO:

http://www.facebook.com/rapto.decriancas?ref=profile#!/rapto.decriancas?ref=profile

No momento eu gostaria de concluir esta carta despertando a consciência de quem se recusa a agir em favor da VERDADE e JUSTIÇA: Talvez você tenha no futuro uma criança ou um filho? E quando pega-lo nos braços pela primeira vez, então pensará no meu sofrimento, eu que perdi meus bebês desde 26 de setembro de 2006. Da mesma maneira, eu estou convencido de que todas as pessoas que participaram ou se recusaram a pedir por justiça, no final de suas vidas não irá escapar de sua consciência o mal que fizeram a três crianças inocentes amadas pelo pai e também o mal causado a toda a família deste pai. Uma luz brilhará sob esta consciência, eu estou certo disto. Porque esta situação se assemelha a um crime: para meus filhos, por cada dia que se passa depois de três anos e cinco meses, pelo pai que está “morto”. Para mim, meus filhos também estão “mortos”. Mas como fazer para lamentar se a vida deles pode retornar a qualquer momento e com a graça da JUSTIÇA? Noite e dia eu penso nos meus filhos, e neste AMOR que eu tenho por eles que se assemelha a uma tortura desumana.

Apesar de toda essa loucura desses atos cometidos, não podemos esquecer uma coisa: A vida há de dar um PAI a meus filhos.
"Ne perdez jamais le respect de la Vie , vous vous perdrez vous-même". Pape Jean-Paul II.

Esta mensagem endereçada a vocês é uma carta aberta que comunica a inúmeros ministros, parlamentares, jornalistas e pessoas responsáveis de associações que ajudam crianças, que sabendo como vocês, que a VERDADE sempre sairá vitoriosa sob todas as mentiras.
A Ordem e o Progresso não são mais bonitos se eles fazem parte da JUSTIÇA e da honestidade?

Na esperança de poder contar com a sua ajuda e seu apoio, eu creio senhor embaixador, na expressão dos meus mais respeitosos sentimentos.

Alain GERBER
6, square de Goult
68420 GUEBERSCHWIHR
Tél.: 03 89 86 50 63 (privé)
03 89 41 61 83 (prof. Colmar )
03 89 45 55 45 (prof. Mulhouse )
06 33 71 00 31 (mobile)
Mail : lcag2@yahoo.fr

domingo, 28 de março de 2010

CRIANÇAS DESAPARECIDAS - Ajuda e Prevenção

ORIENTAÇÕES AOS PAIS

• Orientar os filhos a não aceitarem doces, presentes, ou qualquer outro objeto de estranhos, podendo aceitá-los de conhecidos e parentes, somente com prévio consentimento dos responsáveis.
• Manter bom relacionamento com a vizinhança.
• Procurar conhecer as pessoas que convivem com seu filho.
• Participar ativamente dos eventos envolvendo o seu filho, como aqueles ocorridos em escolas e aniversários.
• Ensinar ao seu filho o seu nome completo, endereço e telefone e os nomes dos pais e irmãos.
• Não autorizar o seu filho a brincar na rua sem a supervisão de um adulto conhecido.
• Evite deixar o seu filho em casa sozinho.
• Providenciar a carteira de identidade do seu filho, através do Instituto de Identificação.
• Faça com que as pessoas, que necessitam de atenção especial, que vivem sob sua responsabilidade tenham sempre consigo (no bolso ou gravado em uma medalha) seus dados de identificação.
• Observe o comportamento do seu filho, ficando atento às possíveis mudanças.
• Conheça o tipo sangüíneo e o fator RH da criança.
• Seja amigo do seu filho, deixando-o à vontade para confidenciar-lhe os seus problemas ou vitórias.

ORIENTAÇÕES ÀS ESCOLAS

• Não permita a saída de criança com pessoa não autorizada pelos responsáveis.
• Observar o ambiente nas proximidades da escola, comunicando qualquer fato suspeito, imediatamente, à Polícia.

ORIENTAÇÕES AOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE

• Observar, durante o atendimento, o comportamento dos responsáveis pelas crianças e, caso percebam alguma coisa estranha e dificuldades deles em prestar informações sobre o próprio filho, comunicar a suspeita à Polícia.
ORIENTAÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES (ABRIGOS, HOSPITAIS)

• Registrar os dados do menor ou adulto quando eles derem entrada na instituição. Quando tratar-se de pessos sem identificação ou que, por algum motivo, pareça ser uma pessoa desaparecida entre em contato com a Polícia Civil.
DICAS DE SEGURANÇA PARA OS PAIS

• Nos passeios manter-se atento e não descuidar das crianças;
• Procurar conversar todos os dias com os filhos, observar a roupa que vestem e se apresentam comportamento diferente;
• Fique atento à mudança de comportamento de seu filho, pois isto pode indicar que o mesmo poderá fugir de casa;
• Uma boa conversa com seu filho, pode livrar você de momentos de angústia e desespero;
• Procurar conhecer todos os amigos do seu filho, onde moram e com quem moram;
• Acompanhá-los a escola, na ida e na volta, e avisar o responsável da escola quem irá retirar a criança;
• Colocar na criança bilhetes ou cartões de identificação com nome da criança e dos pais, endereço e telefone, orientar a criança quanto ao uso do cartão telefônico, bem como fazer chamadas a cobrar para pelo menos três números de parentes, e avisá-los desta orientação;
• Não deixar as crianças com pessoas desconhecidas, nem que seja por um breve período de tempo, pois muitos casos de desaparecimento ocorrem nestas circunstâncias;
• Fazer o mais cedo o possível a carteira de identidade no Instituto de Identificação do seu Estado;
• Manter em local seguro, trancado e distante do alcance das crianças arma de fogo, facas, qualquer objeto ou produto que possa colocar a vida delas ou outras pessoas em risco;
• Orientar as crianças a não se afastar dos pais e fiscalizá-las constantemente;
• Ensiná-las a sempre que estiverem em dificuldade a procurar uma viatura policial, ou um policial fardado (PM ou Guarda Municipal), e pedir ajuda;
• Evitar lugares com aglomeração de pessoas;
• Perdendo a criança de vista, pedir imediatamente ajuda a populares para auxiliar nas buscas e avisar a polícia.
Meu filho desapareceu, o que devo fazer?
• Em primeiro lugar, manter a calma;
• Caso esteja sozinho, peça auxilio para que acionem imediatamente a polícia. Não existe prazo para comunicar o desaparecimento, faça-o imediatamente;
• Manter alguém no local onde a criança foi vista pela última vez, pois ela poderá retornar ao local;
• Deixar alguém no telefone indicado no cartão de identificação da criança, até para centralizar informações;
• Avisar amigos e parentes, o mais rápido possível, principalmente os de endereço conhecido da criança, para onde ela possa se dirigir;
• Percorrer os locais de preferência da criança;
• Ter sempre a mão foto da criança;
• Ter sempre em mente a vestimenta da criança para descrevê-la, procurando vesti-la com roupas detalhadas, de fácil visualização e identificação (cores berrantes, desenhos, etc…);
• Procurar a Delegacia e Conselho Tutelar e pedir auxílio.
Motivos mais comuns de desaparecimentos
• Repressão excessiva, excesso de controle;
• Castigos excessivos e exagerados, desproporcionais ao fato. Ex: a criança comete uma pequena falta e leva uma surra;
• Desleixo dos pais, a criança sente-se rejeitada e desprezada e foge para chamar a atenção;
Muitas das fugas do lar têm por motivos o mau desempenho escolar, as responsabilidades domésticas que são atribuídas a elas e até mesmo pequenos ofícios, como venda de doces e salgados;
• O espírito aventureiro também é um dos grandes responsáveis pela fuga de crianças.
• Subtração de incapaz (A criança é raptada para viver em outro lar)
• Rapto consensual
• Rapto por estranhos

CRIANÇAS E PESSOAS DESAPARECIDAS – COMO AJUDAR!

• Observar o comportamento de novos vizinhos em relação ao tratamento dispensado ao menores que com eles convivem, comunicando à Polícia qualquer fato suspeito.
• Observar, em via pública, o trânsito de menores desacompanhados, idosos e portadores de necessidades especiais, caso apresentem desorientação, possibilidade de extravio ou mesmo dificuldade de expressão, comunique o fato à Polícia para queprestem a devida assistência antes que ocorra o seu paradeiro. O ideal é que você possa levar a pessoa até o posto policial mais próximo.
• Comunicar e registrar o desaparecimento do menor ou do adulto imediatamente após constatada a sua ausência, na Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida. Deve-se apresentar fotografia e documentação do ausente, caso existente, para início da busca. Para o menor, é necessária a apresentação da cópia da certidão de nascimento. No entanto, a ausência do documento não impede o registro e a busca.
• Caso ocorra o retorno voluntário do desaparecido ao lar, contatar a Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida, comunicando o fato.
SITES OFICIAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS

Ministério da Justiça: http://www.desaparecidos.mj.gov.br

Crianças desaparecidas em SP: http://www.policia-civ.sp.gov.br/desap/desap_lista.asp?tipo=1&pagenumber=1

Crianças desaparecidas – RJ: http://www.fia.rj.gov.br/SOS.htm

Minas Gerais: http://www.desaparecidos.mg.gov.br

Paraná: http://www.pr.gov.br/policiacivil/sicride/criancas_desaparecidas.shtml

Rio Grande do Sul: http://www.desaparecidos.rs.gov.br/

Goiânia-GO: http://www.goiania.go.gov.br/html/sosdesaparecidas/sos.htm

O número nacional para informações sobre crianças desaparecidas é o Disque 100.