segunda-feira, 11 de março de 2013

Programa Fantástico mostra drama da alienação parental

http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/t/edicoes/v/alienacao-parental-pode-resultar-em-perda-da-guarda-do-filho/2451691/


segunda-feira, 4 de março de 2013

Enquanto isso, numa Vara de Família...

Foto: Publiquei essa foto há mais de 10 h. Mas as pessoas não visualizaram o compartilhamento e me avisaram, como pode ser visto abaixo. Mas agora coloco a foto.

E a pergunta não que não quer calar:
Até quando, Poder Judiciário??? Até quando???

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Grupo do Facebook e ONG ComCausa se movimentam contra a Alienação Parental


A PAIS POR JUSTIÇA ESTÁ JUNTO NA EMPREITADA.

No final de 2011, André Falcão resolveu criar um grupo na internet com o objetivo de abrir uma discussão de forma a elaborar uma análise crítica sobre a Síndrome da Alienação Parental (SAP). Hoje, cerca de 10 mil pessoas estão ligadas à rede que criou.

A alienação parental é o ato de fazer campanha de desqualificação da conduta de um dos genitores no exercício da paternidade ou maternidade. Em geral, as primeiras iniciativas é dificultar o contato da criança ou adolescente, buscando atrapalhar o exercício do direito regulamentado de convivência familiar, além de omitir informações pessoais relevantes sobre os filhos. André, que passou pelo problema com seu filho, afirma que “a questão é antiga, mas a sua abordagem é relativamente recente”. Somente em 26 de abril de 2010, foi sancionada a Lei 12.318, que tipifica e pune essa postura. “As pessoas conhecem a prática, mas desconhecem o nome.”, diz. “Você pode começar a ajudar uma criança se informando sobre o que é Alienação Parental, assim como suas consequências.”

Segundo a advogada da ComCausa, Dra. Adiléia Triani, “as mães ou pais que tentarem prejudicar a relação do filho com o ex-parceiro podem ser multados, perder a guarda da criança ou adolescente e até ter suspensa, legalmente, a autoridade sobre o próprio filho.” Além de definir a alienação parental, a lei exemplifica situações que podem ser enquadradas como típicas desse tipo de comportamento.

Alienação do quê?  Síndrome do quê? 

Ainda existem muitos mitos e preconceitos em torno da SAP. Como considerar que é um problema somente dos genitores separados. O que não é verdade, mesmo na união, um genitor pode promover a anulação do outro. Outra questão é estigmatiza-se como “problema masculino”, por mais que a maioria das ações alienantes é de iniciativa das mães que, em geral, têm a guarda dos filhos e os utilizam com o intuito de aferir vantagens no processo de separação, ou mesmo, simplesmente, se vingar do pai. Existem vários casos que o pai promove a anulação da genitora, enquanto mãe.

No início deste ano, encontramo-nos com André Falcão que propôs uma série de ações, juntamente com outros pais de filhos que vêm sofrendo desta forma de violência, a fim de contribuir para dar visibilidade a esta questão nacionalmente. “É um problema social que, silenciosamente, traz consequências nefastas para as gerações futuras, uma vez que não se sabe com precisão os efeitos”, diz André Falcão, “As pessoas, não sabem o que é, então temos que mostrar os mecanismo da Alienação Parental”.

Segundo estatísticas do Instituto Data Folha, existem atualmente no Brasil cerca de 16 milhões de crianças que sofrem de algum grau de Alienação Parental, e o Brasil está entre os países que mais sofrem desse problema.


Matéria publicada no jornal da ONG ComCausa, Presidida por Adriano Dias, que também milita na causa.
(clique na imagem para vê-la ampliada.)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Na Argentina, assim como no Brasil...

Relato da psicóloga Andreia Calçada no nosso grupo no Facebook:

"Em estadia em Buenos Aires para o Mestrado em Sistemas de Resolução de Conflitos eu e Ana Gerbase nos deparamos em frente ao prédio do Tribunal com este homem passando noites no local e protestando porque já não via as filhas há 3 meses pois a mãe o impedia. Paramos para conversar e relatar nossas experiências aqui no Brasil. Embora a Argentina esteja muito adiantada em Mediação, eles não tem nenhuma lei de Alienação Parental bem como suas ONGs não parecem tão atuantes como aqui. Dei referências das nossas ONGs atuantes bem como da nossa lei. Feliz coincidência mas triste reconhecer que a história é sempre a mesma..."


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Mais um caso absurdo de Alienação Parental


FORAGIDA DA JUSTIÇA!
Ana Clara de Pina Pereira

(Clique na imagem para ampliá-la.)

domingo, 27 de janeiro de 2013

A presença do pai deixa o filho mais esperto

KMSS/CORBIS


O jeito como os homens estabelecem limites, por exemplo, influenciam positivamente na habilidade de as crianças agirem com o mundo.

Você participa ativamente do dia a dia de seu filho? Isso pode melhorar ocomportamento dele e deixá-lo mais inteligente, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Concórdia (Canadá). Cerca de 140 crianças foram analisadas entre 3 e 5 anos e depois novamente entre 9 e 13 anos. Segundo os pesquisadores, a habilidade do pai de estabelecer limites e estruturar o comportamento dos filhos influenciou positivamente a habilidade de resolver problemas e diminuiu questões emocionais, como tristeza, isolamento social e ansiedade. “A presença do pai estimula principalmente o raciocínio lógico-matemático, a construção de relações entre objetos concretos e a noção espacial, habilidades que culturalmente estão mais associadas ao homem”, explica José Aparecido da Silva, professor do departamento de psicologia da USP de Ribeirão Preto (SP). E o estudo mostrou que isso acontece mesmo quando o pai não mora com os filhos. Ou seja, o que conta é o seu envolvimento com eles quando estão juntos.



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Pai que não conseguer ver filho invade fórum e ameaça se matar em Itaquera

ATÉ QUANDO, PODER JUDICIÁRIO??? ATÉ QUANDO???


O pai, Ricardo da Silva,com uma faca no próprio pescoço:
"Eu só queria dar um beijo no meu filho e ver como ele está."
(Imagem: TV Record)


Segundo irmã, processo começou há 4 anos, quando a ex-mulher se mudou para o litoral.

A juíza da vara de família, FELÍCIA JACOB VALENTE, não quis atender o pai quando este tentou falar com ela porque ele não tem advogado (ele é defendido pela Defensoria Pública).



Após ter dois pedidos de visita ao filho negados pela Justiça, Ricardo da Silva foi ao Fórum de Itaquera, na zona leste de São Paulo para conversar com a juíza do caso. Descontente com a decisão e com a explicação da magistrada, ele ameaçou por cerca de uma hora se matar com uma faca, dentro do prédio, no fim da tarde desta quinta-feira (17).
O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) informou que o rapaz foi atendido por duas juízas e que o caso aconteceu logo depois de ele sair da sala de uma delas. O homem ficou em um ponto estratégico, onde era visto de outros andares. Ele se entregou por volta das 18h, depois de conversar com policiais.
Ainda de acordo com o TJ-SP, o teor da decisão não pode ser divulgado, já que processos das varas de família correm em segredo de Justiça. Mas a irmã dele, Milene Cristina da Silva, falou que o processo começou há cerca de quatro anos, quando a ex-mulher de Ricardo arrumou outro marido e se mudou para o litoral.
— Ela fugiu com o meu sobrinho para a praia, com esse homem. Meu irmão foi ao fórum, pegou um advogado do governo e nada de resolver isso, anos e anos.
Ricardo foi levado a uma delegacia da região e liberado. Em seguida, ele foi a um hospital para ser examinado.
Veja a reportagem da TV Record clicando no link abaixo:

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Desequilíbrio da mãe enseja modificação da guarda de filho de 10 anos


A 4ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve decisão de 1º Grau que concedeu medida liminar de busca e apreensão de uma criança de 10 anos, retirada do convívio com a mãe, para ser entregue aos cuidados do pai.
Segundo o desembargador Luiz Fernando Boller, relator do agravo de instrumento interposto pela mulher, há fortes indicativos de desequilíbrio psicológico e instabilidade emocional da recorrente para justificar a manutenção da reversão de guarda neste momento do processo.
Além de ter agredido sua própria genitora, de 60 anos, com quem convive, a mulher registrou diversos boletins de ocorrência nos últimos tempos, com denúncias de que sofre perseguição de agentes de saúde após ter descoberto a atuação de uma quadrilha de traficantes.
Este seria também o motivo para as diversas e recentes alterações de residência da família. No agravo, a mulher acusou o ex-marido de ter comportamento violento, na esperança de rever a guarda do filho. Não obteve sucesso.
"Diante da ausência de demonstração da alegada conduta desabonadora atribuída ao pai, é com ele que o menino deve permanecer até que a mãe revele ter plenas condições para ser a sua principal cuidadora", finalizou Boller, em voto seguido de forma unânime pelos demais integrantes da 4ª Câmara Civil do TJ.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Defensora que negou atendimento continua trabalhando.

Corregedoria da Defensoria Pública de Cabo Frio arquivou o processo.


Silvio Rogério Aparecido da Silva, fez uma denúncia extremamente grave contra a defensora pública de Cabo Frio, Susana Karin P.S. Dias.

Segundo Silvio, Susana o atendeu aos gritos, por mais de uma vez, na Defensoria Pública da cidade.

Silvio Rogério, que mora em São Paulo, disse que coincidência ou não, depois do incidente com a defensora, ele passou a sofrer ameaças contra sua integridade física, inclusive sendo seguido por homens desconhecidos.

De acordo com Silvio, a gota d’água foi o bate boca, mas desde a inicial (início do processo), há um ano e 4 meses, ele “nota negligência da defensora”.

“Conforme gravação de áudio em anexo, ela me atendeu aos gritos, disse que está fazendo um favor em me atender, disse ainda que tinha outros processos mais importantes para resolver e, em outras palavras, mandou que eu me virasse”.

“O mais preocupante agora é que depois do incidente, passei a sofrer ameaças e toda vez que chego a Cabo Frio sou seguido por homens desconhecidos. Um deles chegou a fazer plantão na pousada que pernoitei”,

“Moro em SP, porém estou sendo "representado" por uma defensora de Cabo Frio - RJ, meu processo é na área da família, porém desde a inicial a 1 ano e 4 meses atrás noto negligência da defensora”, protestou Silvio Rogério.

Caso a Defensoria Pública de Cabo Frio e a defensora, citados na matéria, queiram se manifestar sobre o assunto, está concedido, desde já, o espaço que desejarem.